eu, o iPhone e o engarrafamento


Eu sou aquela pessoa que faz o caminho mais longo porque é o mais bonito.

Reclamo muito do Rio, e gostaria de viver em outro lugar, mas não se pode dizer que os nossos engarrafamentos não são mais luminosos do que os dos outros. E ainda temos Biscoito Globo, sal e doce.



personal desafio em low photography





Experimentações com o iPhone. Resolvi que, mais do que fazer os dias com ele, vou conseguir tirar fotos razoavelmente decentes com uma câmera porcaria. Valendo.



do que é possível






mi argentina analógica querida





Estas fotos vieram da revelação com um vignette fortíssimo que não tenho a menor ideia de onde surgiu. Quer dizer, tenho, da lente que usei, mas que nunca produziu este efeito antes nessa câmera (uma Nikon N50 que uso há quase 15 anos). Não gostei do efeito, que parecia muito artificial, além de matar vários cantos interessantes das imagens. Já que tinha dado tudo errado mesmo, resolvi radicalizar: cropei e editei as double-exposures, que perderam a aura ampla que tinham antes.

Tem surpresas que só a fotografia analógica faz por você.

A Astrid, da Noruega, me perguntou, para a série que ela edita: Why do you shoot film? Eu respondi aqui.



“a gente passa, os livros ficam” – josé mindlin




Em homenagem ao Mindlin.

O texto mais bonito que li sobre ele, da Miriam Leitão, que, quando escreve sobre assuntos off-economia, faz a gente querer que ela tenha uma coluna fixa também sobre isso.

Dois livros que estou lendo: The Rest Is Noise, Cranford

Um livro que estou terminando: The Suspicions of Mr. Whicher – para quem gosta de Inglaterra, século XIX e o começo da febre de detevives, Scotland Yard, a Bleak House do Dickens e a Woman in White, do Wilkie Collins.

Um livro lindo que ganhei de presente: Maureen Bisilliat – Fotografias

E os quadrinhos mais legais sobre livros: Enriqueta e Fellini



blusas listradas e marinheiros #2