final de março




Um perfil muito bom (longo, mas gostoso de ler, vale muito a pena) com o Ian McEwan, cheio de pequenas frases sublinháveis.

Um livro bem viciante. O trailer do filme (é bom porque está em sueco então não dá pra perceber nenhum spoiler). Mais: 1, 2.



it’s the little things





“The job of the C is to make the B sad” - shining eyes for Benjamin Zander (link via Cora)

Maira Kalman‘s new post.

Eric Carle @ Guardian

I like looking at these: Writer’s Rooms



mais do mesmo





[Nikon N50, AF Nikkor 35-80mm e f1.8 50mm, filme Ilford HP5]

Editions de Paris e Paumes (os japoneses que adoram Paris)

Parigramme – Os guias mais legais (favs: 1, 2, 3, 4 e especialmente estes dois, que não achei no site deles: 1, 2). Aqui no Rio, tem sempre na Travessa)

Nada a ver com a França, mas é o melhor link: An observation by Keri Smith



o ano da frança no brasil




Em 2009 vai ser comemorado o Ano da França no Brasil.
Vai ter um monte de eventos legais sobre a França – exposições, mostras de cinema, pintura, fotografia, teatro etc.

Como tenho muito material fotográfico que nunca apareceu por aqui, resolvi entrar na festa e comemorar extra-oficialmente – não tenho nenhum vínculo com a programação oficial do evento – com alguns projetos próprios aqui no interlúdio.

Ao longo dos próximos meses, vou postar aqui várias novidades – acho que vocês vão gostar.

Alguns links:
Conexão Paris (não sei como nunca tinha visto este site, é uma delícia), Peter’s Paris (o mais didático e documentado), Cahier de Paris e Pic Nidouille, uma loja que adoro e que tem esse blog ótimo.

Read this post in English



oh the places you’ll go



Studio AKA
True Blood, one my new favourite TV series, has the most spectacular opening credits.
The Pixar Story (trailer here) – watched it on HBO, really good



give it a second





Everything is amazing, nobody is happy – Louis CK: “how quickly the world owes him something he knew existed only 10 seconds ago” – genial (via Cora)



português * english


Até hoje não consegui descobrir se é melhor escrever aqui em inglês ou em português. Quem chega aqui e não entende português invariavelmente se intimida e volta e meia recebo email de gente dizendo que gostaria de entender o que está escrito aqui. Eu sei o que é isso porque visito vários sites que adoro em línguas que não entendo, como japonês, sueco e finlandês. Mesmo não conseguindo ler uma só palavra, acho super legal a internet ter essa variedade de línguas e por isso mantenho o português aqui. Resolvi então fazer a experiência de, quando escrever coisas (o que é incomum, eu sei), colocar a tradução em inglês neste link aí embaixo:

(And now your can read this post in English…)



the geographies of my mind #1




Maira Kalman in love with Lincoln. Entendo-a perfeitamente.

O que me faz lembrar das “geografias” que formam o nosso imaginário. A Guerra Civil Americana é uma dessas coisas que exercem sobre mim um fascínio inexplicável – algumas outras: faróis em encostas rochosas, as ilhas Galápagos, Darwin, a Idade Média, o cinema catástrofe, os elementos visuais da História da Grã-Bretanha e todo o interior desses países, a floresta Amazônica, especialmente naqueles trechos de mata fechada e silenciosa, o Japão, as montanhas do Kenya, as highlands da Escócia e, por fim, aquelas estradas americanas do meio-oeste, de terra, bem desoladas, no meio do nada, só com um posto de gasolina bem perdido e umas casas velhas decadentes, uma coisa meio Bagdá Café. É como se essas coisas fizessem parte de mim.

Charing Cross – the fading world of books

“A book is a place…” – gosto muito.
E ainda: “They aren’t on the subway; they’re in the story, saving mankind.”

E agora vamos ver se o link para o trecho traduzido funciona para o pessoal que não lê português.

(Click here to read this post in English…)