Grimble

7 - Grimble, de Clement Freud



A série do Grimble é muito engraçada e inventiva, cheia de brechas na história para a criança imaginar soluções e situações possíveis. Os pais dele estão sempre viajando ou fora de casa e deixam bilhetes pela casa inteira avisando sobre comida na geladeira, aulas de natação, coisas que ele deve fazer etc.



Reinações de Narizinho

6 - Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato

Da infância da minha mãe para a minha (e colorido por nós duas)
Essa coleção verdinha da Brasiliense (1952) com ilustrações de André Le Blanc mora em lugar especial aqui em casa.






A Bolsa Amarela

5 - A Bolsa Amarela, de Lygia Bojunga Nunes

Um clássico dos anos 70 (e de sempre).
Dela, também adoro “A casa da madrinha”, “Angélica” e, claro, “Os Colegas” (vou postar sobre este em breve)




Os Meninos da Rua Paulo

4 - Os Meninos da Rua Paulo, de Ferenc Molnár

Devo ter lido pela primeira vez com uns 10, 11 anos.
Favorito não só da infância, mas de toda a vida (nota-se pelo estado da edição muito lida, velhinha porém amada, não a troco por nenhuma outra), este livro me despertou a curiosidade pela Hungria, país que desde então muito me fascina.
Há pouco tempo, lendo Budapeste, do Chico Buarque, percebi com surpresa que compreendia várias palavras em húngaro e então me veio que, como fazem os melhores livros, Os Meninos da Rua Paulo me deixou adoráveis marcas invisíveis que ficarão para sempre.




e a planta baixa do Grund…



O Pequeno Nicolau

3 - O Pequeno Nicolau, de Sempé/Goscinny

Adoro, adoro, adoro, adoro, adoro, adoro


Um livro para fazer as crianças gostarem de Truffaut quando crescerem :)


(da série Coisas que não se deve deixar uma criança fazer: colar o livro com fita adesiva)



Cazuza

2 - Cazuza, de Viriato Corrêa



Este era do meu pai e virou meu. Li várias e várias vezes. É uma viagem muito gostosa à infância brasileira dos anos 1930.



O Gênio do Crime

Arrumando estantes, reencontrei vários dos meus livros favoritos de quando era criança. É engraçado perceber agora, olhando de longe, como cada um deles contribuiu para formar quem eu sou hoje - seja no traço da ilustração ou na construção de um imaginário pessoal. Resolvi deixá-los todos juntos na mesma prateleira, um pedacinho da minha memória.

Vou postar alguns aqui, sem obedecer a qualquer ordem lógica:

1 - O Gênio do Crime, de João Carlos Marinho



O Gênio do Crime tinha o Bolachão, a Berenice, o Pituca e o Edmundo e um roteiro que desbanca Pulp Fiction. Tinha também álbum de figurinhas, o Mister com sotaque e um subtítulo sensacional: “Uma História em São Paulo”.

Mais, no site da FNLIJ

E a aventura seguinte:

Sangue Fresco, de João Carlos Marinho



As demais seqüências, que também li, são “O Livro da Berenice” e “O Caneco de Prata”