July 16, 2004 FLIP 2004 – parte VI
O especial “Minha FLIP”, no Paralelos, traz algumas impressões pessoais de quem esteve em Paraty.
A Minha FLIP, em 13 fotos e algumas letras, está lá.
FLIP 2004 – Parte VI, e última



O especial “Minha FLIP”, no Paralelos, traz algumas impressões pessoais de quem esteve em Paraty.
A Minha FLIP, em 13 fotos e algumas letras, está lá.
FLIP 2004 – Parte VI, e última



FLIP 2004 – Parte IV


- “O ser humano é indefinível, inaccessível e incontrolável”


- “Você quer desembrulhá-lhas e elas desembrulham você” (sobre as personagens)


- “O livro há de sobreviver, como a água, como o mar”
[ Lygia Fagundes Teles ]
Na Rua da Praia, onde a FLIP parece não ter chegado, Paraty escurece em um fim de tarde gelado, os lampiões acendem mais cedo e o vento se esgueira pela escada da Capela até a Tenda da Matriz.
FLIP 2004 – Parte III






Paraty é ruela perdida, desvio de pedras, água que sobe, rebarba de sol, perder-se do cais, encontrar um beco, um tronco, apaixonar, escrever urubu.








Noites de julho. Vimos uma estrela cadente, um acidente e mais um monte de coisas que ninguém vê. A lua cheia se põe de manhã. Luz azul na madrugada. Festa junina, cheiro de lenha e o meu nome chamado na janela.

Às vezes as imagens ficam guardadas e não querem sair. Dias a fio e nada. Depois, quando já não havia mais lugar para elas, uma outra imagem toma a frente e elas nascem, como era para ser desde o começo.